quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Eleição. Essa época nojenta em que candidatos suspeitos emporcalham a cidade com cartazes, santinhos, bandeiras e músicas de mau gosto tentando nos convencer de que depois da eleição nossa vida vai mudar. É quase como fazer guerra pela paz, or fucking for virginity. Tá, não é a mesma situação, mas cai naquela categoria de coisas que não fazem sentido. Tipo, aqui em Cuiabá botam uma turma pra ficar balançando bandeira de candidato. Você olha pros balançadores de bandeira no sol de 39 graus e a cara deles é


E as músicas, hein? Super me pergunto quem é que vota no sujeito porque ele tem uma música -ruim, diga-se de passagem. A única coisa que me passa alguma confiabilidade são as camisas azuis que 100% deles usam. (Menos a Dilma, e coincidentemente, vou votar na moça). Parecem moços muito trabalhadores com a camisa azul, mas até ontem, metade deles estava usando terno, e se envolvendo em escândalos, então é tão fake... Enfim, com certeza, não sou eu que eles pretendem pescar com isso tudo, o que me faz mais vítima ainda.

Aqui termina minha análise superficial do fenômeno eleições. Sem mais para o momento, agradeço a sua atenção.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

I say hello

Será verdade que todos temos um lado negro? Essa noite eu estava achando meu lado negro imenso, gigante, e a pontinha do iceberg negro era eu pensando que tomara que fosse assim com todo mundo. É feio, eu sei. Até que uma hora eu me toquei que já tinha me dado muita paulada, e que precisava fazer um carinho pra pelo menos me pedir desculpa. Mas não sou muito boa nisso e o resultado foi uma insônia assim... horrível. Mas tudo bem, uma hora eu dormi e hoje amanheceu de novo.

E daí que tudo que eu ontem pensei que tinha feito errado hoje vieram elogiar. E eu tenho mania de achar que sei o que os outros pensam/querem e isso só tem dado errado. Olha, preciso escrever nas costas da mão (que é onde eu anoto o que não posso esquecer) que antes de assumir que fulano quer isso, acha aquilo, gosta daquele outro, mais vale perguntar. Tem muitas coisas que preciso anotar nas costas da mão. Uma delas é conversar mais com os amigos, talvez eu tenha menos insônia, porque eles sempre tem um carinho pra me oferecer, enquanto eu só sei falar comigo dando paulada.

E isso está o maior papo de doido.

sábado, 11 de setembro de 2010

ela está descontrolada


, upload feito originalmente por Sil Falqueto.

Silvia Falqueto viu este tutorial e está um pouco menos boa da cabeça. Comprou essa colinha estranha, correu atrás de um lápis, testou, amou, despirocou, catou um lápis do estojo do filho, pensou que lápizinhos forrados de papel podiam ser um presente maneiro pra ir junto com os caderninhos da sua Livraria. Comprou uma caixa com 144 lápis. 144. Qualquer cinco minutos de folga rendem dois lápis novos. Seu filho agora tem uma coleção de lápis do Astérix. Qualquer papel que ela encontre pela frente está correndo risco de terminar seus dias no buraco de um apontador. Ela agora olha ameaçadoramente para a lista telefônica. Não se sabe onde isso vai parar.

(O Tintas está de volta? Talvez, não prometo muita coisa, viu? Mas se voltar, a culpa é da Anna, da Selma, da Mônia, do Cláudio, da Fer Werneck, do Dênis e do Gustavo, não me responsabilizo.)